terça-feira, 16 de agosto de 2011

Cap 70.



Claude acordou com um som vindo da sala, vestiu a calça e cobriu Rosa que dormia.

Ao chegar a sala encontrou Dadi e Amalia com seus quatro filhos.



C: bon jour!
D: Bon jour Doutor Claudes...
A: bom dia doutor...
C: meus anjins.. – claude caminha até os filhos – eles dormiram bem?
D: muito bem, até me surprienderam pq essas crianças nao sabem ficar longe da mãe.
A: é doutor, seus filhos estavam de seu lado..

Todos começam a rir enquanto claude beija cada um dos filhos.



A: mas onde tá Rosa?
C: tá dormindo... é... tá meio cansada..
D: eita, o senhor nao encomendou mais nao né?
C: quiii é issii han? Me respeite Dadi!


Nesse momento Rosa entra na sala vestida com a camisa de Claude.



A: minha filha, bom dia
R: bom dia mae, cade meus amores? - rosa olhava os filhos quando Dadi pergunta
D: só uma curiosidade, oq a dona Rosa tava fazendo no corredor do quarto de empregadas se o quarto é la em cima?
C: non faz pergunta dificil han...
D: Dona Rosa!!!! Vcs nao fizeram safadesa na minha cama não né?


Claude lança um olhar fuminante para Dadi.



C: non Dadi, non usamos sua cama han...
D: ainda bem... nao ia conseguir mais durmir lá.



Eles levam as crianças até o quarto para que Rosa desse o banho nos filhos, mas minutos depois Frazao chega apresado.



C: oq foi frazon?
F: cade a Rosa?
C: pera ai! Ela ta dando banho nos meus filhos han... oq vc quer com ela?
F: ele fugiu frances!
C: quem fugiu?
F: o Davi, o Davi fugiu e deixou o pepino todo pra a pobre da Rosa.

Claude leva as mãos a cabeça.



C: mon dieu frazon! Como a Rosa vai pagar as dividas?
 
F: eu nao sei frances, mas a Rosa tá prestes a ser enforcada.


Após dar banho nos filhos, alimenta-los e tomar banho Rosa desce para conversar com Frazao.


R: como assim? Eu nao acredito!
C: calma cherry, tem q ter alguma soluçon...
R: nao tem claude e eu nao tenho esse dinheiro...


Rosa começa a chorar desesperada.


C: calma cherry – claude a abraçava na tentativa de acalmá-la.


Os dias passam e a divida é cobrada, claude e frazao estavam na sala de claude, eles usaram de todas as formas possiveis para impedir a cobrança, mas foi impossivel.



C: frazaon a divido vale mais q a construtora, eu non posso ajudar a Rosa...
F: ai frances nem me fale, que pena q a Rosa nao teve um filho dele...
 
C: como assim frazon?
F: é q assim frances, o Davi é filho unico, e o pai dele faleceu a pouco tempo. A herança que ele receberia do pai e da mãe daria para pagar a divida. Mas não temos meios para obter esse direito.
C: eu tenho frazon...
F: como?
C: vc vai saber han...



Claude sai correndo em busca da solução dos problemas de Rosa.

Cap 69.





Rosa começa a rir quando desliga o telefone.


R: esse frazao é louco!
D: oq foi dona Rosa?
R: nada não Dadi... esse frazao q é muito doido...


Clarice começou a chorar, acordando os irmãos.


R: e La vamos nós Dadi...


Mais tarde rosa estava em casa pensando no que frazao falava.


R: Dadi....
D: sim dona Rosa...
R: vc tem alguma reclamação do Claude?


Dadi olha p rosa como se quisesse falar.


R: fala!
D: olha Dona Rosa... assim... eu trabalho p o Doutor Claude a muito tempo... e ... bom... eu nunca tinha visto ele tão rabugento...
R;sério?
D: é verdade... ele anda muito nervoso... deve ser a mudança na vida né?...
R: obrigado Dadi...



Dadi sai deixando Rosa pensativa. Rosa pede p Dona Amalia ficar em sua casa e vai ao medico.


R: então doutor?
Med: vc já esta liberada... seu resguardo acabou..


Rosa sorri.


R: ai q bom!!!! Não tava aguentando mais...


Rosa volta pra casa.


R: ainda ta aq mãe?
A:tava te esperando...
R: mãe, posso te pedir um favor...
A: claro
R: sabe... eu e o Claude... nós não...
A: eu acho q já entendi... o seu resguardo acabou...
R: isso!
A: e como eu posso te ajudar?
R: os meus anjinhos podem passar a noite La? Eu sei q eles são pequenininhos... mas são super independente... a dadi vai junto... se quiser mais ajuda até o Frazao vai...
A: não se preocupe eu e dadi daremos conta. Também tem sua Irma, seu irmão e seu pai...
R: então eu vou falar com a Dadi.

Mais tarde Claude chegou em casa e estava tudo silencio, ele logo estranhou, onde estavam os gritos de seus filhos?
Claude ia subindo a escada quando álguem o chama.



R: boa noite Doutor Claude!

Claude vira e vê rosa.





C: rosa? – Claude engole seco
R: Rosa? Esse não é o nome da esposa do senhor?
C: é sim! – Claude permanecia parado e com os olhos deslumbrava cada centímetro do corpo de Rosa. – e vc quem é?

Rosa caminha até Claude.



R: sou Serafina... fui contratada pra servir o senhor...



Claude começa a entrar na brincadeira.



C: me servir? Mas em que sentido?



Rosa se aproxima mais eluquecendo Claude q não conseguia para de olhar o corpo de Rosa q após 4 filhos permanecia lindo.



R: eu devo servir o senhor em TODOS... TODOS os sentidos....
C: q coisa feia han – dizia sorrindo – eu sou um homem comprometido han..
R: Quer que seja sua amante? - falava com voz sensual
C: perdoe-me dona Serafina, mas sou fiel han...
R: o senhor que sabe... – Rosa se vira e sai caminhando rumo à área e serviço. No corredor haviam dois quartos de empregadas, um era o de dadi e o outro estava vago. 



Rosa entrou no quarto vago onde havia uma cama q ela havia preparado, ela estava de costas para a porta quando sente as mãos de Claude em sua cintura.



R: e sua esposa doutor?
C: non se preocupe han... ela vai gostar...


Rosa virou de frente pra Claude e começou a desabotoar sua camisa, enquanto os olhares intensos de desejo eram trocados.
A camisa ficou aberta, revelando os contornos musculosos do peito masculino. Ele tirou a camisa e a jogou sabes se La onde. Ela depositou beijos, iniciando pelo pescoço e descendo pelo tórax agora exposto de Claude. Enquanto descia Rosa retirava a parte de baixo da vestimenta de Claude.


C: agora é minha vez...


Claude segurou nas alças do “vestido” dela os deslizou até os ombros, lhe movendo os braços para trás.


R: o senhor é meu patrão... É o senhor quem manda...


Claude empurrou lentamente Rosa até a parede enquanto beijava a curva de seu pescoço. Ela gemeu ao sentir uma descarga elétrica.
Ele fechou uma mão sobre a nadegas dela, oprimindo-a contra ele, fazendo que ambos se excitassem. Rosa podia sentir como o coração dele pulsava contra seus seios, podia sentir seu calor.
Claude afundou os dedos nos cabelo dela e lhe jogou a cabeça para trás. Uma mão apertou contra seu corpo, enquanto a outra tentava retirar a roupa de Rosa. Então, levantou-a e desceu pelos quadris a roupa e toda e qualquer peça q estivesse no corpo dela.
Der repente às mãos de Claude se fecharam em suas nadegas e a levantou e em um só movimento ele a possuiu com paixão.
Quebras de onda de prazer a percorreram. Rosa respondeu com violência ante essa união selvagem, e abraçou com as pernas o quadril dele, fazendo a pressão mais forte, de forma urgente.
Rosa enterrou as unhas nas costas de Claude enquanto compartilhava gemidos de prazer com o amado. Todo seu corpo se tremeu quando ele chegou ao êxtase.
Mas rosa não queria q acabasse. Não era suficiente, tinha que continuar. Então, ela se prendeu mais a ele com as pernas. Seu corpo atuou por instinto e contraiu os músculos para não permitir que Claude se afastasse. 
Claude emitiu um grito provocando sorrisos em Rosa.
Nesse momento ela tinha o controle, ela o manipulava sedutoramente para mantê-lo sob seu domínio. Acariciou-o sem piedade, movendo-se de um lado ao outro, oprimindo o calor de seu corpo contra ele.
Claude deslizava os dedos pelos quadris, ventre e coxas dela. Rosa deu um grito e ele a tomou em seus braços e a apertou contra ele, abraçando com uma pressão muito forte.
Ela deslizou as pernas, não tinha mais forças, mas a força de Claude a mantiveram junto a ele. Claude a possuía de uma maneira que a fazia ficar sem fôlego. Devagar, com amo.
Claude recostou Rosa sobre uma cômoda q havia no quarto, mas ainda a sustentou com os braços.



C: Até que vc esteja satisfeita cherry – falou olhando nos olhos de rosa.

R: é vc meu amor quem deve se satisfazer..


Rosa fechou os olhos e um estremecimento de prazer a percorreu quando ele voltou a possuí-la. A excitação ia aumento com cada carícia, conduzindo para uma deliciosa explosão de sensações.
Rosa se sentiu dominada pelo prazer erótico que afastava toda força de seu corpo. Rosa só sentiu ser carregada até a cama.
Rosa abriu os olhos e sorriu, estava deitada com claude a seu lado.


C: Je t'aime pour toujours!!!

R : Ti amo per sempre, Amore mio!!!!


Claude tomou-lhe a boca e lhe acariciou o cabelo comprido, e afundou os dedos nele, ao mesmo tempo em que lhe acariciou o colo, o ventre, as coxas.


domingo, 14 de agosto de 2011

Cap. 68.



Rosa voltou p casa no outro dia e Claude se preparava pscicologicamente para o sacrifício.

R: não fica assim meu amor... – falava Rosa deitada na cama com a cabeça no colo de Claude – vai passar rapidinho...
C: non se preocupe... eu aguentei firme antes han... os banhos frios son meus aliados...

Rosa senta na cama e olha pra claude.


R: eu te juro q quando tudo isso passar eu vou te recompensar por cada banho frio...

Claude beija rosa.


C: pode deixar q eu vou cobrar han...


Rosa passou a Claude e frazao todo os poderes para o processo q ela estava sofrendo, para que ela não sofresse fortes emoçoes.


Passaram dois meses, a barriga de Rosa estava imensa. Ela não aguentava mais andar tamanho o peso.


Claude estava em uma Reuniao com Vitor para acertar os ultimos detalhes quando Silvia entra desesperada.

S: coooooooooorre Doutor!!!
C: mon dieu!!! Issii son modos???
F: a senhora não ta vendo q estamos em reunião...
S: me perdoe!!! Mas é q ...
C: non dona Silvia!!! Depois a senhora fala
S: mas doutor...
F: Dona Silvia ...
S: quer saber... se o senhor não ver seus filhos nascerem não venha dizer que a culpa é minha...


Claude para tudo e olha p Silvia.


C: como?
S: seus filhos...


Claude pula da mesa e sai correndo, nem se despede de ninguém. frazao pega a bolça do Claude e saído correndo atrás dele.

Os dois chegam no hospital a tempo, rosa já estava na sala de cirurgia quando Claude chegou todo arrumado para assistir o parto. Ele se aproximou de rosa


C: cheguei...
R: eles ja estao chegando...


Não foi preciso muito tempo para que os bebês vinhecem ao mundo. Primeiro veio uma menina, ela gritava muito.


C: mon dieu!!! Já vi q puxou a mãe.


Depois veio outra menina q também chorava muito.


C: mon dieu!!! To ferrado han...


E por fim a ultimo, Claude anciava por um menino, mas o medico diz.


Med: parabéns papai... mais uma linda menina..
C: tres menina??? É muita mulher p um homem só..


Ate q o medico disse


Med: mas vejam só!!!! Temos um garotão escondido aq...


O medico retira o menino.


C: ufa!!! Alguém p me defender de tanta mulher han...


Claude e Rosa choravam emocionado com seus filhos no colo. Alguns minutos depois Claude vai ate a recepção, tod a família já estava La.


F: então???


Claude sorria


A: fala logo Doutor...
G: perfavore diga...
C: elas son lindas... três meninas lindas...
F: três meninas??? Eita Frances... agora tu ta lascado.
C: e tem um menino também...
A: não acredito....


Todos começam a comemorar..


Passa os dias e finalmente Rosa volta para casa, mas seus bebês ficaram no hospital.


R: eu não vejo a hora de trazer meus anjinhos... – falava com Dadi.
D: calma dona rosa... eles logo vão vim. E vcs já decidiram o nome?
R: eu andei falando com o Claude e escolhi...
D: e quais são?
R: a mais velha vai se chama Rosa, assim como eu. A segunda será Carla, depois vem Clarice e por fim meu caçulinha Claudio.
D: nomes lindos dona Rosa.
R: pois é... fofos mesmo..


Claude trabalhava em tempo integral, revezando escritorio e hospital. Poucas eram as vezes q ele via Rosa.


E assim seguiu por mais de um mês. As meninas saíram logo do hospital, mas Claudio por ser o menor ficou mais tempo.


Como quase não se viam poucos eram os momentos de carinho entre o casal, a noite toda acordando. Tudo isso estava tornando Claude insuportável na empresa. Frazao viva reclamando com o amigo,mas todos sabiam a barra q ele estava passando. Alem do processo contra Rosa que estava sendo difícil.

Rosa estava em casa quando dadi chega com o telefone.


D: pra a senhora... é seu frazao.
R: oi frazao...oq foi
F: rosa falta quanto tempo pra seu resguardo acabar?
R: q pergunta é essa?
F: por favor diz q ta acabando...
R: pq?
F: o Frances ta precisando de um trato...

R: oq? Não to entendendo
F: rosa o Frances ta na seca a mais de dois meses... ele ta subindo pelas paredes...
R: eu não acredito q vc ta me pedindo isso...
F: vai por mim... a coisa ta feia aq...

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Cap 67

Rosa senta na cama e termina de assistir a reportagem.


R: oq isso quer dizer Claude?
C: que nós temos problemas cherry...


No outro dia claude e Rosa chegam na construtora bem cedo, onde eram esperados por Frazao.


C: e enton frazon, oq essa falência pode nos prejudicar?
F: bom... oq eu soube em off... é q.... bom Rosa, vc e ele ainda são casados.
R: em processo de divorcio frazao...
F: mesmo assim minha querida... bom eu soube q ele vai te pedir uma bela de uma pensão....
R: como é? - rosa gritava enquanto Claude tentava acalmá-la – ele tá louco???
C: Calma Cherry...
R: Claude eu não tenho como pagar um pensão...
F: rosa ele deve saber de algum investimento seu... alguma coisa...


Rosa senta e olha pra frazao.


R: frazao... as únicas coisas q eu tenho na vida são minhas roupas...
C: como assim Rosa? Vc non tem nada?


R: não! Tudo q pela lógica deveria ser meu... bom... quando eu me casei com o Davi meu pai me obrigou a passar tudo p o nome de minha mãe... em meu nome não não há nada... todos os lucros vão para uma conta em nome de minha mãe... é como se fosse uma segurança p mim...
F: nossa! esse seu pai é inteligente...
R: na verdade foi ideia do Sergio... mesmo eu tendo abandonado ele e tal... ele não queria o meu mal...
C: enton...
F: entao ele não pode pedir uma pensão... pq vc não tem renda...


Rosa saiu mais aliviada da conversa. 


O tempo passou e Rosa Já estava no quinto mês quando chegou o dia da audiência. Claude queria ir de qualquer jeito, mas Rosa e frazao não deixaram.


C: eu quero ir!
F: vc não vai! Eu to falando Frances...
R: Claude.. por favor..
C: mas Rosa...
F: Claude... vc La só vai prejudicar a Rosa... 
R: por favor...
C: mon dieu! Ta bom han.. eu non vou...


Rosa e frazao vao para o forum, logo q entra ela da de cara com Davi.




D: nossa! vc tá linda...
R: com licença...
D: vc ficou linda grávida... se eu soubesse q vc ia ficar tão linda tinha dado o filho q vc queria..
R: ainda bem q não deu...

Rosa se afasta e frazao a leva para longe dele.


F: tudo bem?
R: ainda bem q o Claude não veio – fala sorrindo p frazao.


A audiência começa, o juiz tenta a conciliação, mas rosa nega. 
A audiência transcorre bem, Rosa deixa claro que não que mais nada, q já esta constituindo família.
Após algumas horas de audiência, Davi sempre insistindo que amava Rosa o juiz deu o Divórcio a Rosa. Ela agora estava livre para constituir novo casamento.
Rosa e Frazao chegaram na construtora com a noticia.


C: vc agora é minha? Só minha?
R: eu sempre fui sua Claude!


Claude beija rosa carinhosamente.


F: xô sair q to de castiçal.


Frazao sai deixando os dois rindo. 



A noite Claude e Rosa estavam jantando quando alguém bate na porta. E Dadi vai abrir.


Dadi: pois não?
- boa noite, esta é a residência de Serafina Rosa Petrony Florenza?
D: olha moço... eu não sei se é não pq dona rosa não tem esse florenza não...


Claude q ouviu a conversa foi ate a porta.


C: pois não.
- boa noite, esta é a residência de Serafina Rosa Petrony Florenza?
C: oq o senhor deseja com ela?
- eu sou um oficial de justiça...


Rosa se aproxima.


R: pois não... sou eu.. em que posso ajudar?
- eu preciso q a senhora assine isso aq
R: oq é isso? –rosa recebe o documento e o oficial vai embora.
C: oq é issii cherry? 



Rosa abre o envelope e le


R: eu não acredito!
C: oq foi cherry?
R: olha Claude... estão executando uma divida...
C; como assim?
R: eu não sei... liga p frazao.


Em pouco minutos frazao chega.


F: rosa!!! Vc assinava alguma coisa p o Davi?
R: alguns documentos... parece q precisava da assinatura da esposa.
F: minha flor... eram imprestimos...
R: oq? Imprestimos?
C: mon dieu rosa, vc non lia?
R : eu confiava nele... – rosa leva a mao a cabeça. – e agora frazao?
F: são dividas altas... enormes... e todas feitas em seu nome...
R: eu não acredito... com... – rosa começa a se sentir mal.
C: rosa! – Claude segura rosa... – mon dieu frazon...
F: pera Claude... 


Os dois pegam rosa e a levam para o hospital.


C: então doutor?
Med: o senhor é o esposo dela?
C: sim...
Med: bom... o senhor vai ter q ser muito cuidadoso a partir de agora.
C: pq?
Med: bom... a gravidez de sua esposa é de risco... são trigêmeos...
C: dissiii eu já sabia...
Med: bom... a gestação dela será bem curta... ela já esta quase no sexto mês... e provavelmente não suportará chegar até o oitavo...
C: enton ela vai ter q...
Med: repouso total... sem fortes emoções... e... bom... não sei como falar isso...
C: diga doutor!
Med: bom... eu gostaria de pedir ao senhor... é... que o senhor não tentasse...
C: non tentasse?
F: Frances... o medico ta falando q vc e a rosa não vão poder...
C: oq??? Non!!! mon dieu!!!! Pq esse castigo han???
Med : sinto muito... mas é preciso...


Frazao abraça o amigo.


F: calma Frances... É por uma boa causa...

Claude reclama abraçado a Frazao.


C: non frazon... non... já fiquei de castigo e agora isii... non ... 
F: vc tem q ser forte...
C: vc tem razon... é pelos meus filhos... mon dieu!!!

Cap 66


Ao chegar em casa Rosa sobe pra tomar um banho enquanto Claude falava com dadi.


D: dia de folga??? É claro q eu quero...
C: enton vai logo han... mas bem rapidin...


Quando rosa sai do banheiro enrolada em uma toalha Claude a esperava sentado ao lado da cama com uma bandeija na Mao.


R: Claude, não estamos acordando...
C: eu sei cherry... é q vc ta grávida han... e vc se cansou muito...
R: eu? Cansada? Até parece q vc não me conhece meu amor...
C: agora vc vale por 4, cherry... come han – dizia Claude oferecendo um morango p rosa
R: Claude, Claude... vc só quer me alimentar mesmo?
C: pq cherry? – Claude leva a fruta até a boca de Rosa q da uma mordida – só pq morango é romântico?
R: hum rum... – ela continua comendo a fruta q Claude segurava.


Claude pega outro morango e leva a boca de Rosa, quando rosa vai morder, Claude a puxa pela cintura e a beija, o beijo se aprofundou e a toalha de Rosa foi ao chão. Claude se afastou e ficou adimirando rosa.

R: para de ficar me olhando... eu to um horror com essa barriga deste tamanho...
C: vc ta linda, maravilhosa...
R: eu to gorda...
C: vc tá perfeita... – Claude se ajoelha em frente a rosa e coloca as mãos sobre a barriga dela. – vc é linda cherry... vc é a mãe dos meus filhos han... a mulher q eu quero passar o resto da minha vida... – Claude beija a barriga de Rosa...
R: q bom q eu te encontrei...


Claude levanta a cabeça e seus olhares se encontram, ele se levanta e beija rosa mais uma vez.


C: espera aq cherry...
R: oq vc tá aprontando?


Claude entra no banheiro e minutos depois ele a chama. Quando rosa entra Claude estava dentro da banheira esperando por ela.


C: Entre na banheira, nos livros q eu li diz q os bebes ficam meio q nadando na barriga da mãe...
R: e oq tem haver isso com nós dois?
C: eu quero saber qual a sensason com vc...
R: mas nós não vamos nadar....
C: eu non quero saber a sensaçon de nadar cherry...


Rosa entra na banheira, a água quente e cheia de espuma tocou a pele dela, que entrou na banheira e depois ficou olhando Claude.


C: q foi cherry?
R: é q ta ótima a água


Claude puxou rosa para si e a beijou.


C: eu vou ser bem cuidadoso cherry... até os nossos filhos nascerem vai ser assim cherry...
R: vc não era cuidadoso não?
C: claro q sim cherry... mas agora vou ser cauteloso... pq quando esses três estiverem grandinho...


Claude volta a beijar Rosa, a água provocava leveza nos corpos e deixava os beijos molhados, as pernas dele deslizavam, se enroscando enquanto ele passava as mãos em todo o seu corpo e se misturando. Ondas de prazer iam mais uma vez tomando conta de todo o corpo dos dois e ele logo sentiu seu mundo explodir em milhões de pedaços, até chegar ao fim em um êxtase dilacerante.
Rosa ficou sonolenta, depois da gravides ela sentia sono com muita frequência. Claude a ajudou a se vestir e a voltar para a cama. Deitou-se atras dela abraçando-a.


R: me abraça mais forte q aq tá frio. – Claude abraça rosa mais forte e os dois adormecem. Alguns minutos depois o celular de Claude tocava issistentemente.
C: mon dieu frazon... oq é?
F : cade a rosa ?
C : onde mais ela estaria ?
F: atrapalhei alguma coisa?
C: non... ela ta dormindo um pouco... mas oq vc quer?
F: liga a TV.


Claude liga a TV .


C: pronto e agora?
F: olha a matéria!


Claude começa a prestar atenção na matéria.


Repórter – O EMPRESÁRIO DAVI FLORENZA TEVE SUA FALENCIA DECRETADA... AS DIVIDAS ACUMULADAS ATRAVES DE ANOS PREJUDICARAM O EMPRESÁRIO QUE PERDE TODOS OS BENS... TODOS SEUS BENS IRAO A LEILAO PARA PAGAMENTOS DE DÍVIDAS.


Rosa acorda e olha p a TV.


C: pq vc me mandou ver issiii? – perguntava irritado.
F: te prepare Frances... ai vem chumbo grosso!!! 

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Cap 65

Frazao leva Claude pra dentro do elevador.


F: Frances, fica calmo...
C: non frazon.. vc viu? Os dois de risadinha han...
F: deixa de ser burro.. vc vai La fazer o barraco e vai adiantar?
C: eu sei q non... mas...
F: deixa de ser burro... faz assim, eu vou falar com a Rosa q vc não tava se sentindo bem... e vc ta na garagem esperando ela
C: e eu faço oq?
F: ai meu amigo, é com vc! Ta querendo q eu te insine?
C: ta frazon, faz issii han...



Claude desse e entra no carro enaquanto frazao fala com rosa q ainda conversava com Vitor.



F: licença...
R:oi frazao
F: sabe oq é minha querida, é q o Claude não tava se sentindo muito bem...
R: oq foi q aconteceu? – perguntava apreesiva
F: ele desceu, mas eu não quero ele só...
R: claro! Eu vou com ele... vitor, eu preciso ir, depois conversamos.
V: ok rosa.

Rosa desce desesperada e entra no carro já colocando a Mao em Claude para verificar a temperatura.


R: vc não ta com febre... vc tá sentindo oq?


ele abraçou-a, passando os lábios por seu pescoço, o que fez com que um arrepio de desejo percorresse o corpo dela.


R: Claude! Não!
C: eu to mal rosa...
R: então vamos pra um hospital...
C: meu remédio é vc cherry


Ele afastou uma mecha de cabelos da testa dela.


R: para Claude..
C: Eu sei...— respondeu, beijando a ponta do nariz dela. — que vc me quer... – beijando o queixo - q vc tá com saudade...

Foi quando a beijou. Deslizou para fora do assento do motorista, se inclinou e tomou o rosto dela nas mãos. Um ligeiro arrepio percorreu o corpo dela, que o abraçou mais forte, enquanto ele a fazia entreabrir os lábios perdendo total-mente o controle.
Com uma das mãos forçou os quadris de Rosa para mais junto dele, e com a outra, deslizando a mão sobre o corpo dela e acendeu o fogo da paixão. Claude podia ouvir a voz dela dizendo seu nome. Repetindo-o diversas vezes, enquanto mergulhava os dedos por seus cabelos. Jogou a cabeça para trás quando ele beijou a curva de sua garganta.
Ela começou a dar beijos ávidos na pele úmida do pes¬coço dele enquanto, logo abaixo, seus dedos trêmulos desabotoavam a camisa. Claude gemeu. Ela traçou uma linha, correndo os dedos desde a gar¬ganta até as calças dele.
Lentamente ele abria o zíper do vestido de Rosa e quando seu colo ficou exposto, ele perdeu o controle e puxou-a vigorosamente para seus braços e deitaram no assento traseiro do carro.
Claude depositava beijos pelo corpo de Rosa e ela erquava de prazer. Ela apertou-se languidamente contra ele, erguendo um pouco a cabeça permitindo a ele deslizar para dentro do corpo dela e ele e se apossou de seu corpo, com calma a princípio, mas depois com volúpia, incapaz de manter o controle. Ouviu um peque¬no grito, enquanto ela se arqueava de¬baixo dele e, com as mãos, apertava seus ombros nus.
Ofegando profundamente, Claude levou algum tempo para controlar o desejo, que ainda ardia em suas veias.
Depois disso, ela não conseguia mover um músculo de seu corpo.
Rosa colocou um braço em volta de sua cintura e passou um dedo na curva de seu nariz.

R: Com sono?
C: Uh-uhu. – respondia ofegante
R: quer ir pra casa?
C: quero.
R: Eu não agradeci a você.
C: pelo q?
R: Por me dar o maior presente de todos.
C: qual foi?
R: a nossa familia...

Claude sorri para Rosa e a beija.

C: te amo... me perdoi pelo q fiz han... eu non devia ter feito...
R: vc tá maluco? É claro q vc tinha q ter feito, mas nao pelos motivos q fez...
C: vc é maluquinha han...

Claude e Rosa se arrumam e vão para casa, afinal de contas era só o começo.



sábado, 6 de agosto de 2011

Cap 64

Claude não sabia oq fazer, Rosa já o conhecia muito bem, não seria nada fácil convencê-la.


R: vamos Claude, diz...
C: eu non consigo menti pra vc cherry...
R: então eu tava certa? Eu não acredito! Pq vc fez isso?
C: eu non sei! Eu fiquei com ciúmes... eu só queria mostrar q vc era minha cherry...
R: Claude, eu to grávida! Eu me separei do Davi pra fica com vc, enfrentei minha família. Isso já não é prova suficiente?
C: me perdoe han...
R: não! Chega! Acabou a palhaçada... vc não dorme tão cedo nesse quarto e dessa vez não tem volta... eu to com tanta raiva q posso prejudicar meus filhos...
C: mas cherry...
R: é melhor vc sair daq pq eu não quero olhar pra sua cara...
C: non faz issiii...
R: eu não acredito q foi tudo uma armação!!! Como vc foi baixo... mesquinho... egoísta... inconsequente...
C: non fala assim...
R: eu to muito, mas muito magoada...


Claude tenta entrar no quarto


C: vamos conversar direito han..
R: se vc entrar nesse quarto eu saio dessa casa, tá me entendendo?


Claude recua


C: mas non foi ton grave assim han...
R: olha Claude eu nao vou mentir, foi bom La na empresa, alias foi muito bom... mas se tivesse sido pq vc me queria naquele momento, uma coisa só nossa e não pra provocar alguém q nunca ameaçou o nosso relacionamento...
C: eu agi sem pensar...
R: vc mesmo sempre disse q nossa primeira vez só seria quando tivesse certeza de meu amor e agora vem com essa palhaçada..


Rosa começa a chorar.


R: eu me senti um objeto sendo disputado e isso eu não suporto – rosa fecha a porta na cara de Claude.
C: cherry... abre a porta han...
R: vai embora Claude!!!!
C: mon dieu!!!! Tô Ferrado... dessa vez Rosa non vai me perdoar...


Claude vai para o quarto de hospedes e liga desesperado p Frazao


C: frazon oq eu faço han?
F: Claude vc é muito burro viu... a Rosa já tinha te perdoado ai vem vc e me apronta uma dessas... te prepara q dessa vez ela não vai te predoar fácil não.
C: mon dieu!!!



Uma semana depois Claude ainda sofria Rosa só lhe dirigia a palavra para as coisas realmente essências.


R: aqui estão os papeis..
C: para com issii han
R: com licença – rosa sai da sala de claude 
C: eu non aguento mais frazon... eu non to dormindo... tomo banho toda hora... só fico pensando nela...
F: eu não pensei q ela fosse aguentar tanto tempo...
C: e a barriga dela tá crescendo rápido... e até ela me perdoar vai tá maior... e eu non vou ter coragem de fazer nada com ela..
F: pq?
C: Meus filhos han...eles ton a dentro... vou ficar com medo... e depois tem resguardo... mon dieu!!!
F: vamos comer alguma coisa p vc se acalmar...


Claude e Frazao iam em direção ao elevador quando Claude puxa frazao.


C: frazon!!!!
F: q foi?
C: eu non acredito!!!! Ela ta falando com ele pra me provocar. eu vou matar ele, ela eu non mato pq meus filhos ton la dentro, mas deixa eles nascerem han..


Claude entrava em desespero, sendo segurado por Frazao enquanto rosa conversava animadamente com Vitor.